"Provocador é uma pessoa que se atreve a ser o que somos verdadeiramente. É bom não se mostrar sem máscaras para ele. Ele não deseja o seu melhor. Você deve sentir-se diante dele como um prisioneiro que encontrou seu carrasco. Nada o surpreende, nada o ofende, portanto, não pensem que ele gosta de você."
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quinta-feira, 19 de maio de 2016
O Provocador 0122
sábado, 2 de novembro de 2013
sábado, 12 de outubro de 2013
O Provocador 0107
Adoro o ouvir algumas músicas evangélicas. Outro dia estava cantarolando uma canção da Ludimila Ferber e um amigo me arguiu:
_Você é Ateu? Por que está cantando esta música gospel?
_Por que eu gosto! Respondi.
_Mas não deveria gostar. Ateus não gostam de músicas evangélicas porque falam de Deus, e Deus não existe...segundo suas convicções.
Olhei bem dentro dos olhos dele e respondi:
_Gosto do Batmam, Super-mam e Wolverine. Sei que eles não existem também. Mas ainda assim gosto. Filósofo cético, Edson Moura
_Você é Ateu? Por que está cantando esta música gospel?
_Por que eu gosto! Respondi.
_Mas não deveria gostar. Ateus não gostam de músicas evangélicas porque falam de Deus, e Deus não existe...segundo suas convicções.
Olhei bem dentro dos olhos dele e respondi:
_Gosto do Batmam, Super-mam e Wolverine. Sei que eles não existem também. Mas ainda assim gosto. Filósofo cético, Edson Moura
O Provocador 0105
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O Provocador 0104
Certamente Deus é uma superstição coletiva, não há evidência
para a existência de nenhum deus (ou deuses), diabos, demônios, anjos e santos
são mitos, não há vida após a morte, paraíso nem inferno, todos os Papas foram
"dinossauros" medievais perigosos e intolerantes, e o Espírito Santo
é um personagem de história em quadrinhos digno de risadas e escárnio. Acuso o
deus Cristão de assassinato ao permitir o Holocausto (sem mencionar a
"limpeza étnica" presentemente sendo feita pelos Cristãos no mundo),
condeno e vilipendio essa divindade mítica por encorajar o preconceito racial e
comandar a degradação da mulher, castrar a Ciência, suplantar a inteligência e
tornar cada um de seus seguidores em zumbis, desta e da outra vida prometida.
Filósofo cético Edson Moura
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O Provocador 0103
Não
sou apenas ateu, sou um "ateu radical"! Digo isso para que postumamente
não me cataloguem como um deísta ou agnóstico. Reduzo a possibilidade da
existência de Deus (deuses) a zero. Não considero este pensamento
reducionista, pelo contrário, quando limitamos as hipóteses a "certo" e
"errado", "bem" e "mal", "criação" e "evolução", estamos na verdade nos
permitindo explorar ao máximo essas quase
sempre duas possibilidades. Mas quando nos deixamos levar pelo medo de
assumir uma posição, seja ela qual for, apenas estamos abrindo um leque
tão grande quando possível para nossos intelectos, o que nos deixa
preguiçosos para estuda-los a fundo, impingindo, aí sim, um reducionismo
mascarado.
Filósofo cético, Edson Moura
segunda-feira, 1 de julho de 2013
O Provocador 0100
"Se
nós conseguimos, em tempo recorde, construir estádios de futebol, e
melhorar acessos aos tais, cumprindo assim, uma determinação da FIFA, por
que será que não conseguimos aplicar essa excelência, em obras públicas
como: hospitais e escolas, trens, metrôs e ônibus? Já provamos que
sabemos fazer...mas, por que não fazemos. Será que é preciso uma
instituição futebolística nos mostrar que temos competência para fazer
as coisas certas? Será que não conseguimos aplicar o "padrão FIFA" nos
demais seguimentos de nosso país? Por essas e por outras eu sou grato à
FIFA, por nos dar um "chute no traseiro" e nos fazer ver que podemos sim,
melhorar as coisas por aqui.
Infelizmente, ao que me parece,
nós ainda vivemos sobre o jugo escravocrata, onde o trabalho só rende
mesmo, se o látego estiver o tempo todo dardejando sobre nossos lombos,
que num português bem brasileiro quer dizer. 'O chicote estralando!'"
Filósofo cético, Edson Moura
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segunda-feira, 10 de junho de 2013
O Provocador 0097
Alguns
atos do ser humano eu até entendo, por exemplo: quando uma pessoa mata a
outra para roubar, ou por que foi traído, ou até mesmo porque tinha
inveja, sei lá, não deixa de ser um crime totalmente culpável, mas, em
minha opinião, é explicável...não disse justificável! Agora, matar um
outro ser humano por causa de um time de futebol? Jamais irei aceitar!
O criminoso deveria ser executado em praça pública, para servir de exemplo. Onde já se viu...matar o outro só porque ele não torce para o mesmo time. Isto revela o nazismo intrínseco dentro de cada torcedor fanático. Dizem que o nazismo acabou, mas quando vemos, algumas pessoas uniformizadas, gritando palavras de ordem, excluindo os diferentes e matando os que não pertencem à sua "espécie"...vejo que o mal incutido por Hitler na cabeça de muitos homens ainda está bem vivo. Filósofo cético, Edson Moura
O criminoso deveria ser executado em praça pública, para servir de exemplo. Onde já se viu...matar o outro só porque ele não torce para o mesmo time. Isto revela o nazismo intrínseco dentro de cada torcedor fanático. Dizem que o nazismo acabou, mas quando vemos, algumas pessoas uniformizadas, gritando palavras de ordem, excluindo os diferentes e matando os que não pertencem à sua "espécie"...vejo que o mal incutido por Hitler na cabeça de muitos homens ainda está bem vivo. Filósofo cético, Edson Moura
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quinta-feira, 6 de junho de 2013
O Provocador 0095 (Eterno desespero)
Por Edson Moura
Acredito piamente que o desapego está mais ligado a, como posso dizer,
uma irresponsabilidade sob controle. Lembrei-me do Gresder agora,
afinal, ele é a prova viva de que se pode viver uma vida irresponsável,
mas sem, de alguma forma, perder o senso de responsabilidade, que, este
sim, pode trazer angústia e muito sofrimento.
Sartre foi feliz em sua afirmação a respeito da liberdade humana, pois sabemos (ou pelo menos eu sei) que liberdade realmente nos trás responsabilidades, e esta em todas as esferas comportamentais. Liberdade nos faz ver que somos responsáveis por todos os atos, e uma vez responsável, tornamo-nos escravos de nossa tão buscada liberdade.
Pode então o homem ser desapegado (livre) e ao mesmo tempo desesperado(preso) à sua liberdade? Um axioma dos mais simples, que só engodaria os mais simples. Obviamente que pode se ser as duas coisas. O questão é quando temos correntes nos prendendo a liturgias baratas, a pensamentos arcaicos, a usos e costumes obsoletos. De tempos em tempos os homens vão se libertando, e a cada passo dado, um novo controle social informal lhe é conferido, e novamente ele volta ao ponto de partida. Me parece que nós buscamos nosso próprio desespero.
Para não me alongar, vou fazer aqui uma analogia de como funciona este processo de "encadeamento", que propus a uma amigo meu: "Lembro-me nitidamente dos anos em que comecei a fumar. No inicio era uma coisa, digamos, feia, fumava escondido, tinha medo da reação das pessoas ao verem um garota de 14 anos com um cigarro na boca. Mas o tempo foi passando, fui crescendo e adquirindo autonomia, aí, fumar já não era vergonhoso, mas ao contrário, me conferia status, agora podia fumar tranquilamente.
Sartre foi feliz em sua afirmação a respeito da liberdade humana, pois sabemos (ou pelo menos eu sei) que liberdade realmente nos trás responsabilidades, e esta em todas as esferas comportamentais. Liberdade nos faz ver que somos responsáveis por todos os atos, e uma vez responsável, tornamo-nos escravos de nossa tão buscada liberdade.
Pode então o homem ser desapegado (livre) e ao mesmo tempo desesperado(preso) à sua liberdade? Um axioma dos mais simples, que só engodaria os mais simples. Obviamente que pode se ser as duas coisas. O questão é quando temos correntes nos prendendo a liturgias baratas, a pensamentos arcaicos, a usos e costumes obsoletos. De tempos em tempos os homens vão se libertando, e a cada passo dado, um novo controle social informal lhe é conferido, e novamente ele volta ao ponto de partida. Me parece que nós buscamos nosso próprio desespero.
Para não me alongar, vou fazer aqui uma analogia de como funciona este processo de "encadeamento", que propus a uma amigo meu: "Lembro-me nitidamente dos anos em que comecei a fumar. No inicio era uma coisa, digamos, feia, fumava escondido, tinha medo da reação das pessoas ao verem um garota de 14 anos com um cigarro na boca. Mas o tempo foi passando, fui crescendo e adquirindo autonomia, aí, fumar já não era vergonhoso, mas ao contrário, me conferia status, agora podia fumar tranquilamente.
Notem que o desespero se tornou desapego e
fiquei em paz, comigo e com os homens. Recentemente criou-se uma lei
onde se proibia fumar em estabelecimentos fechados. No inicio foi aquela
bagunça, protestos daqui, reclamações dali, enfim, a lei pegou. E hoje,
eu, que outrora não via problema algum em fumar num bar ou num
restaurante, ou até mesmo num avião, fico constrangido ao acender um
cigarro onde tiver uma criança, ou até mesmo embaixo de um toldo de bar,
pois me preocupo com o incômodo que estou causando aos outros cidadãos,
sejam eles fumante ou não".
Onde quero chegar com este relato? É simples, mudamos constantemente nossa visão de mundo, somos moldados pelo meio e consequentemente, acabamos aceitando o desespero que nos impõem ou nos impomos. Estamos o tempo todo nos acostumando com nossa liberdade (desapego) e quando vemos que desapego já não é suficiente, criamos uma "cadeia" (desespero), para nos mantermos sempre nesta dinâmica que é viver.
Onde quero chegar com este relato? É simples, mudamos constantemente nossa visão de mundo, somos moldados pelo meio e consequentemente, acabamos aceitando o desespero que nos impõem ou nos impomos. Estamos o tempo todo nos acostumando com nossa liberdade (desapego) e quando vemos que desapego já não é suficiente, criamos uma "cadeia" (desespero), para nos mantermos sempre nesta dinâmica que é viver.
domingo, 26 de maio de 2013
O Provocador 0093
"Sabemos
que existe uma confusão entre os termos, ateu e agnóstico. Ateu todos
são, nós sabemos, pois, de uma forma ou de outra, não acreditamos que
EXISTA o deus alheio, ou melhor, o deus que não seja o nosso. Já o
agnóstico, no meu ponto de vista, é uma cara mais inteligente, pois ele
diz: Eu não sei se existe um Deus, e eu até acredito que não existam os
deuses que me foram apresentados. Sou ateu
cético, assim como você, do deus judaico-cristão, e este eu posso
afirmar, por comparação visual realística, que não existe, pois tudo que
já foi falado sobre ele, não sobrevive às comparações com a realidade
em que vivemos. Portanto, Deus é uma impossibilidade para o ateu, e para
o agnóstico Deus é uma desnecessidade". Filósofo cético, Edson Moura
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O Provocador 0092
Sou gay!...Tudo bem, cada tem sua preferência sexual.
Sou Ladrão! Ok! às vezes precisamos tomar à força aquilo que queremos.
Sou assassino! Todos nós temos um dia de fúria.
Sou pedófilo! Todos os homens são, sempre queremos uma novinha.
Sou mentiroso! Mentiras são necessárias numa sociedade.
Sou um adultero! E quem não é?
Sou Ateu! VOCÊ É O QUÊ?!!! VOCÊ TÁ LOUCO! NÃO PODE, DEUS EXISTE E PRECISAMOS CRER. VOCÊ É UM FILHO DO DIABO! É POR ISSO QUE O MUNDO ESTÁ ASSIM, CHEIO DE GAYS, PEDÓFILOS, LADRÕES, ASSASSINOS, MENTIROSOS E ADÚLTEROS. VAI SE CONVERTER ANTES QUE DEUS TE DÊ UM CÂNCER.
É mais ou menos assim que vejo os ateus serem tratados. Filósofo cético, Edson Moura
Sou Ladrão! Ok! às vezes precisamos tomar à força aquilo que queremos.
Sou assassino! Todos nós temos um dia de fúria.
Sou pedófilo! Todos os homens são, sempre queremos uma novinha.
Sou mentiroso! Mentiras são necessárias numa sociedade.
Sou um adultero! E quem não é?
Sou Ateu! VOCÊ É O QUÊ?!!! VOCÊ TÁ LOUCO! NÃO PODE, DEUS EXISTE E PRECISAMOS CRER. VOCÊ É UM FILHO DO DIABO! É POR ISSO QUE O MUNDO ESTÁ ASSIM, CHEIO DE GAYS, PEDÓFILOS, LADRÕES, ASSASSINOS, MENTIROSOS E ADÚLTEROS. VAI SE CONVERTER ANTES QUE DEUS TE DÊ UM CÂNCER.
É mais ou menos assim que vejo os ateus serem tratados. Filósofo cético, Edson Moura
quarta-feira, 22 de maio de 2013
O Provocador 0089
"Não é
pelo fato de seis bilhões de pessoas acreditarem numa coisa idiota, que
esta coisa deixará de ser idiota entende? Todos diziam que a Terra era o
centro do Universo, um cara dizia que não! Quem estava certo afinal?
Milhares diziam que mulheres ruivas eram bruxas e deveriam ser
queimadas, uma pequena minoria dizia que não. Quem estava certo? Os
exemplos são inúmeros, mas não pretendo citá-los todos". Filósofo cético,
Edson Moura
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Noreda Somu Tossan,
O Provocador,
Provocando o senso comum
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
O Provocador 0071
Comentário em: Logos e Mithos
E então gente?! Quem é que posta agora? Anderson, Anja ou Eu? Vamos lá,
quero aplicar todo o metodismo que prometi a Anja. Estive ausente por
algum tempo, mas estou de volta. Totalmente "reconfigurado", mas sempre
com acidez na ponta da língua. Não é possível que nós não possamos
chegar num nível mais alto de conhecimento, com tantas feras que temos
aqui. Este espaço é para mais perguntas que respostas, e acredito que
ninguém aqui está muito interessado em respostas fechadas sobre nossa
existência, porque se tiver...tá por fora.
O interesse em saber por que existimos, não é um interesse "casual", como colecionar figurinhas da copa do mundo, ou moedas, ou selos por exemplo. Quem se interessa pelos assuntos que discutimos aqui, toca num assunto que vem sendo discutido pelo homem praticamente desde quando passamos a 'habitar este planetinha"
Os assuntos tratados aqui (e o Edu vai concordar comigo) tem como intuito, quebrar muitas superstições que rodeiam nossas vidas, mostrando com muitas situações não tem uma relação de causa e efeito entre elas, como alguns imaginam. A Teologia e a Filosofia aqui aplicadas, acredito, tem como fundamento advertir os leitores e debatedores quantos aos perigos das conclusões precipitadas, porque sabemos que as conclusões precipitadas podem levar a muitas formas de superstição.
O Provocador
O interesse em saber por que existimos, não é um interesse "casual", como colecionar figurinhas da copa do mundo, ou moedas, ou selos por exemplo. Quem se interessa pelos assuntos que discutimos aqui, toca num assunto que vem sendo discutido pelo homem praticamente desde quando passamos a 'habitar este planetinha"
Os assuntos tratados aqui (e o Edu vai concordar comigo) tem como intuito, quebrar muitas superstições que rodeiam nossas vidas, mostrando com muitas situações não tem uma relação de causa e efeito entre elas, como alguns imaginam. A Teologia e a Filosofia aqui aplicadas, acredito, tem como fundamento advertir os leitores e debatedores quantos aos perigos das conclusões precipitadas, porque sabemos que as conclusões precipitadas podem levar a muitas formas de superstição.
O Provocador
quarta-feira, 18 de abril de 2012
O Provocador 0062
"Compremos o que nos mandam comprar. Comamos o que nos mandam comer. Vivamos a vida segundo a lei da modernidade líquida, mas nunca, nunca mesmo, nos esqueçamos que estamos todos na mesma embarcação. Alguns na popa olhando o mar que para trás ficou, outros na proa, buscando no vasto oceano a sua frente um pedacinho de terra que lhe dê segurança, já outros estão lá no porão descascando batatas e dividindo seu espaço com os ratos, e acredite... de certa forma todos estão felizes."
O Provocador
terça-feira, 17 de abril de 2012
O Provocador 0061
"O paradoxo é que só podemos duvidar daquilo em que acreditamos, pois aquilo em que não acreditamos, para nós não é válido de forma alguma, logo, incoerência seria não descrer às vezes da Ciência em que acredito"
O Provocador
domingo, 6 de novembro de 2011
O Provocador 0055
"O cara que recusa um elogio é um enganador, pois tudo que ele quer é ser elogiado duas vezes"
O Provocador
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
O Provocador 0042
"Este país de merda chamado Brasil está sempre atrasado! E o pior é que quanto mais criam maneiras de garantir direitos às minorias, mais as minorias são fodidas pelo país, sejam elas os pobres, os negros, os deficientes, ateus ou os gays"
O provocador
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
O Provocador 0037
“As utopias podem levar a desastres. O indivíduo chega ao poder, e quer botar a sociedade dentro da roupa que confeccionou. Então, se o braço é muito comprido, ele corta a mão. Um Utopista pode ser implacável. Pergunto-me o que diria Che Guevara ao ver o que Fidel fez à Cuba.”
O Provocador
sábado, 1 de outubro de 2011
O Provocador 0036
“Lendo Fernando Pessoa, imagino que todos podem possuir um pouco de Deus sem que isso lhe faça mal algum. Lamentável é ver que alguns querem comportar apenas num único livro todas as verdades. Quisera eu, que tudo isso acabasse e que, assim como John Bunnian e seu “Peregrino”, cada um pudesse guardar num livro ou numa poesia, o Deus que o torna um ser melhor.”
O Provocador
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